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    O que é convenção?

    Queremos levar ao conhecimento dos colegas uma reflexão pessoal sobre o trabalho de cooperação dos Batistas Nacionais, coordenado pela Convenção. Talvez alguém poderia levantar uma questão de procedência indagando a quem melhor caberia produzir este artigo. Seria o Presidente da Ordem, o Presidente da Convenção, o Secretário Executivo? Nossa resposta não poderia ser outra, que não fosse óbvia. Qualquer pessoa, identificada com a obra do Senhor realizada pelos Batistas Nacionais poder escrever um artigo deste teor. Creio que seria uma demonstração evidente de interesse genuíno pela causa, livrando até o próprio presidente ou secretário de algum constrangimento, os quais, ao escreverem poderiam ser acusados de estar laborando em causa própria.

    Convenção

    O que é?
    O termo “Convenção” significa, acordo, convênio, ajuste.
    Convenção Batista Nacional, significa, por conseguinte, um acordo entre igrejas Batistas, denominadas a partir de então, Nacionais.

    História

    Há mais de trinta anos surgiu um avivamento entre as denominações históricas, especialmente entre os Batistas, que recebeu o nome de Renovação Espiritual. Os pastores e igrejas atingido por esta chama, acunhados de renovacionistas, pente, etc... foram vítimas de incompreensões grosseiras, trágica e desumanas. Colegas foram obrigados a deixar longos e eficientes pastorados, Igrejas foram obrigadas a abandonarem templos. Vários templos foram fechados, e daí por diante. Pastores e igrejas ficaram de repente abandonados.Partilhando do mesmo destino (ou melhor, do propósito divino), estas igrejas e pastores se aproximaram e depois de muitas orações entenderam que o Senhor os orientava para uma união. Nasceria mais tarde a Convenção Batista Nacional, como fruto desta união. Nasceria mais tarde a Convenção Batista Nacional, como fruto desta união, deste acordo.

    Finalidade

    Por que decidiram estas igrejas, pela criação de uma Convenção?
    1º Para fugirem ao isolamento e formar uma identidade
    Batistas que eram acostumados com intercâmbio, encontros, congressos... de repente não tinham mais nada disso. Como o crente gosta de comunhão e ela é bíblica, trataram de se aproximar-se e formar uma nova identidade.
    2º Para execução de uma Missão comum as igrejas foram surgindo em toda extensão do território nacional e foram apresentando suas necessidades. Precisavam de literatura, de instituição teológica, enviar missionários ao campo, de novos pastores, de definições doutrinárias etc... Como atender estas necessidades? Uma Igreja não poderia executar estas tarefas nem para si própria, quanto mais atender as necessidades dos outros.
    Então, perceberem que a solução seria estabelecer uma coordenação geral para orientar o trabalho vigorosa que surgia. Esta coordenação teria que ser feita por alguém e esta pessoa iria precisar de auxiliares e estes necessitariam de um local adequado para trabalhar. Uma vez escolhidas, estas pessoas precisariam de um roteiro que definisse suas funções e seu trabalho. Surgia então a necessidade de um estatuto. Isso tudo parece muito simples e fácil de ser feito. Mas não foi. CONTUDO AS ETAPAS FORAM VENCIDAS COM MUTIA ORAÇÃO, SOFRIMENTO, LÁGRIMAS E RENUNCIA. Tudo organizado, dentro das possibilidades, as igrejas foram recebendo a orientação que tanto estavam esperando e o trabalho missionário, literário, passou a ser realizado dentro das limitações circunstanciais. Em poucas palavras e de modo muito simples, esta é a explicação, do que é, e para que serve hoje uma Convenção. Percebemos que a medida que novos pastores e novas igrejas passam a pertencer à família Batista Nacional, e encontram muita coisa pronta, vão se distanciando das nossas organizações perdendo a noção das razões que justificam suas existências, desconhecendo suas origens e consequentemente perdendo o amor, consideração, união, cooperação e fidelidade. Infelizmente constatamos em nosso meio a existência de idéias confusas originárias da falta de assimilação das informações. Muitos pastores e igrejas, quando tomam conhecimento de que a Convenção é hoje uma instituição que possui patrimônio, receitas, funcionários, equipamentos, etc... tendem a encará-la como empresa. E quando assim fazem algumas oposições e atitudes equivocadas são tomadas:
    1- Admitem-na com Entidade Assistencial – Muitos pedidos são encaminhados à Convenção solicitando ajuda financeira individual ou para a igreja. No primeiro cão, geralmente para saldar alguma dívida. No segundo, para auxiliar na construção. Ao ser negado o auxílio, muitos se rebelam, não se conformam e falam mal. Não se nega por que quer, na verdade não há dinheiro disponível.
    2- Enxergam-na como oportunidade de emprego – Há os que pensam ser a Convenção uma oportunidade de amparo àqueles que estão fora do pastorado de uma igreja local. Vários pastores, sem êxito no ministério local e sem nenhuma inclinação administrativa, procuram junto aos escritórios convencionais, quer regional ou nacional, uma ocupação remunerada. Tem-se percebido uma tendência muito forte, entre estas pessoas, em estabelecer vínculos empregatícios a fim de, obterem os direitos sociais previstos na legislação. Uma vez que não mais satisfaçam as exigências da função para a qual foram chamados, ameaçam recorrer a justiça, caso sejam demitidos. Muitos pensam ser menos escandaloso acionar uma convenção do que uma Igreja. Essa atitude é fruto de uma má concepção do que seja uma convenção. Na verdade as convenções regionais e nacional estão estabelecidas em obediência ao sistema legal vigente, como empresas; mas para nós a Convenção é a convergência organizacional das Igrejas. Em outras palavras é resultante da vontade de união das igrejas. É o braço operoso das igrejas.
    3- Atribuem responsabilidades que ela não tem: - Muitos esperam que a Convenção baixe normas, que tragam uniformidade na liturgia das nossas igrejas. Ora, este não é o papel da Convenção. Ela não irá interferir no modo como cada igreja irá expressar seu culto a Deus. A Convenção não é legislativa é executiva. Está subordinada às igrejas. Ao planejamento não de m homem, o Secretário, mas das Igrejas em Assembléias bienais.

    Tentações

    Constatamos também que muitos homens de Deus, ao assumirem alguma função convencional, tendem a modificar seu comportamento democrático, assumindo um perfil autocrático manifestado especialmente pela tentativa de: 1-) Imposição - Não é recente, nem desconhecida a idéia de termos um regime convencional onde prevaleça a imposição. Segundo esta forma de pensamento, as igrejas que não se submetessem a um determinado programa e procedimento seriam excluídos do rol convencional bem como as portas seriam fechadas aos pastores discordantes. Francamente, não podemos nem imaginar uma situação desta pois estaríamos ressuscitando os ideais da “Era das trevas das igrejas”. A Era imperialista, a época do uso da força que tantos estragos produziu. Renovação Espiritual começou no poder do Espírito, rompendo com todos os vícios humanos da Igreja. Sede de poder, orgulho, ostentação, vantagens, carnalidade, tudo isso foi abolido e deve continuar assim. Nossas igrejas serão convencionadas pela oração, pelo mover do Espírito, através do caráter, conduta e ideais nobres de sua liderança. Jamais pela imposição. Os ovos do papismo são postos todos os dias nos mais variados locais. Vez por outra são espalhados em nosso meio e às vezes eles encontram ninhos onde são chocados. Já tive oportunidade de ouvir falar do surgimento de um ministério apostólico com maior autoridade, poderes de decisão, mais respeito, etc.. Os apóstolos tinham na verdade uma autoridade inquestionável. Mas pagaram um duro preço para isso. Muita renúncia, perseguição, fome, chibatadas, desprezo, e tantas outras coisas, Temo que muitos desejam apenas a autoridade. Não querem pagar o preço. Autoridade se conquista. Não se impõe.Podemos apanhar um pastor sem autoridade e transformá-lo num bispo que continuará sem autoridade. A autoridade não está no hábito, nos sistema, na nomeclatura. Está no comprometimento do pastor com seu Senhor, com a sua filiação, com a sua convenção.

    Erros a evitar

    Não gostaria de estar na pele de um Secretário Geral. Só sabe o que ele passa quem já o foi, ou acompanha de perto o seu trabalho. Estou convencido que muita gente que pleiteia este cargo não está a par das dificuldades e das incompreensões que lhe são impostas. Não obtendo êxito em suas pretensões são dominados pela inveja que invariavelmente culmina em críticas injustas ou na elaboração de planos desestabilizadores. Dentre todas as dificuldades enfrentadas pela liderança convencional creio que a maior, é ver a desunião e descompromisso do nosso povo. Há gente que compreende muito mal a liberdade e se apega exageradamente ao individualismo. Sou livre, minha igreja é autônoma, não aceito imposição, ninguém manda em mim, entrego o Plano Cooperativo só se for assim e assado, não concordo, tiro minha igreja da convenção, gastam demais, convenção não faz nada, para que Ordem? Estas coisas não estão na Bíblia, etc... são expressões ouvidas, infelizmente com freqüência. É preciso uma mudança urgente, pois temos um compromisso sério com Deus e Ele tem nos prometido muitas bênçãos. Se eu creio num trabalho cooperativo, dou o meu voto, aprovo um plano. Se não coopero, estou sendo incoerente, desleal, desonesto. Quando eu quero cooperar porque não gosto do presidente e dou como desculpa o fato da Igreja estar passando por crises, ou que o tesoureiro não enviou a redizima, estou transferindo responsabilidades como fez Adão. Se eu falo mal na surdina e não vou falar numa Assembleia estou sendo covarde. Se eu ameaço tirar minha igreja da Convenção, eu sou oportunista, orgulhoso, especialmente se encontrei uma igreja feita. Lembro a todos que temos o melhor regime do mundo. Como Batista somos livres para trabalhar, fazer a obra do Senhor Jesus levar a Igreja a viver com Jesus quer. Ninguém me atrapalha, nenhum bispo me coloca rédeas, não me transfere de cidade, etc... Somos livres e temos tantos queixosos. Alguém deseja ser escravo? Os queixosos querem comandar? É um direito. Mais antes precisam aprender a trabalhar em cooperação e submissão. Há remédio para estas enfermidades? Sim. Em vista de outras denominações temos poucos conflitos, pouca dificuldade. O que nos falta agora é o Reavivamento. Uma renovação espiritual na renovação. Um avivamento irá queimar tudo que é orgulho, egoísmo , inveja, oportunismo, falta de caráter, ambição, tudo o que não convém, será queimado pelo fogo do Reavivamento. Estamos em processo de reforma. Podemos pesquisar fundo e não encontrarmos um modelo ideal que não o padrão bíblico. Não adianta nada. Só funciona no papel. Pode prever, cercar, bloquear, canalizar, criar mecanismos, fazer o que quiser e for possível. Não há estatuto no mundo que resolva o problema do coração. Se houver entre nós um Avivamento que nos faça observar o estatuto máximo do crente, a Bíblia Sagrada, então tudo estará resolvido. Seremos amorosos, leais, verdadeiros, fiéis, prontos para a obra, despojados de qualquer vaidade própria. Quero convidar o colega, a incentivar outros em sua Ordem, Convenção, para que dediquem um tempo em suas vidas particulares e nas reuniões em suas igrejas e regionais, para que clamem ao Senhor por um poderoso reavivamento em nosso meio. E lembre-se! Fidelidade, não é apenas compromisso, é questão de caráter, de convicção.
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